alimentaçao infantil-leite-Nos últimos anos o número de crianças que nascem ou desenvolvem algum tipo de alergia alimentar tem aumentado bruscamente. A procura por alergistas para atender ao público infantil tem crescido e as motivações são as diversas. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), 350 mil crianças brasileiras possuem APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca) e de 6 a 8% apresentam alergias alimentares.

Os especialistas chamam a atenção que é fundamental que os pais e responsáveis saibam a diferença entre intolerância e alergia, para a criança alérgica o consumo será nocivo independente da dose, já a intolerância vai depender da quantidade de substância ingerida. Entre os alimentos que tem sido foco de alergia e intolerância estão: o glúten, a lactose, o ovo, a soja e os frutos do mar.

A intolerância ao glúten é mais recente, mas não menos perigosa. Pesquisadores suecos e sul-africanos fizeram um levantamento global e constataram que 42 mil crianças morrem por ano por causa da doença, no Brasil esse número chega a 200.

A alergia alimentar afeta de 6 a 8% das crianças com menos de 3 anos. As pesquisas ainda informam que em lactentes o leite de vaca está envolvido em 80% dos casos e os riscos aumentam à medida que os alimentos consumidos pela população são cada vez mais processados.

Em bebês tem se tornado frequente a alergia à proteína do leite de vaca, o que provoca essa reação alérgica são as proteínas caseínas, as beta-lactoglobulinas e as alfa-lactoalbuminas são as mais frequentes responsáveis pelas reações.

Para o médico alergologista Drº David Pizzi do Havpvida Saúde, é importante que os pais e responsáveis observem os sinais e não deixem apenas para tratar após a alergia desenvolvida.

“As alergia alimentares mais comuns na infância são a leite, ovos, amendoim, soja, milho, trigo, peixes e frutos do mar (camarão, caranguejo etc). A alergia alimentar é uma reação contra um antigêno específico (uma proteína) presente no alimento. A intolerância, como o próprio nome sugere, é quando a criança não tolera algum alimento em uma determinada quantidade, que varia entre as crianças, por uma dificuldade em digerir e absorver o alimento. A diferença é notada nos sintomas que cada um pode causar, enquanto na intolerância os sintomas são basicamente gastrointestinais, com presença de dor e distensão abdominal, gases, diarréia, vômitos, dentre outros, nas alergias, além das reações citadas podemos ter também manchas vermelhas, coceira, placas e angioedemas (inchaço). Portanto, as reações geralmente são mais graves nas alergias”, explica o especialista.

Ele reforça que a prevenção é sempre o melhor caminho, e que por essa razão se evite oferecer outra alimentação que não o leite materno até os seis meses, além disso, deve-se evitar oferecer alguns alimentos como amendoim e frutos do mar. A criança só apresentará a reação alérgica se for apresentada ao antígeno por mais de uma vez.

Os responsáveis devem estar atentos aos sintomas como dor abdominal, diarreia, dificuldade para deglutir, irritações na boca, na garganta, nos olhos, na pele e em outras regiões, tontura, corrimento nasal, dermatite atópica, cólicas estomacais, falta de ar e outras. Os sintomas podem aparecer em poucas horas ou demorar até semanas, por isso todo cuidado é necessário.

“Uma vez descoberto o alimento causador da alergia/intolerância, deve-se suspender o uso por um determinado tempo e, depois será reintroduzido para confirmação diagnóstica. A maioria das crianças não apresenta as reações fase adulta”, alerta Drº Pizzi.

Ainda entre as melhores formas de evitar é investir em uma alimentação saudável, evitar comidas enlatadas, fasts foods, doces e processados (como corantes, conservantes e etc). É preciso oferecer comidas ricas em fibras, vitaminas e minerais, incentivar as crianças a não rejeitarem legumes, verduras e frutas e mostrar que comer bem também pode ser divertido!

Reprodução: www.imprensa1.com.br

Por: Laila Oliveira –Ascom/Hapvida

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